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quarta-feira, 1 de julho de 2009

Três vivas para as distribuidoras

Só para fazer graça, resolvi comparar os preços de alguns vinhos praticados por um supermercado e uma distribuidora de alimentos. Sei que não deveria me espantar, mas não há como evitar: como pode um vinho de R$ 18 (na distribuidora) custar assustadores R$ 23,48 no super? Ou um espumante valer R$ 27,98 em um lugar e R$ 15,90 no outro?

Como diria o Zé Ramalho: mistérios da meia-noite que voam longe...

Aproveitei a oportunidade e investi meu rico dinheirinho em um Terralis Chardonnay Reserve 2005 e um Aresti Pinot Noir Reserva 2007 - da distribuidora, claro.

Vamos ver no que dá.

sábado, 27 de junho de 2009

Concha Y Toro Reservado Cabernet Sauvignon 2008

"Ele é gostoso e tem cheiro de fruta". Foi assim que marido sugeriu que começasse este post sobre o Concha Y Toro Reservado Cabernet Sauvignon 2008. E ainda continuou: "Tem um aroma forte e é saboroso, apesar daquele amargo no final. O quanto mais gelado, melhor".

Vamos partir daí para descrever melhor o vinho. Aliás, melhor começar do princípio: o porque de Concha Y Toro. O fato é que o renome desta marca tem se confirmado todas as vezes que experimentamos algum produto deles: primeiro foi o Sunrise Chardonnay, excelente (mais ainda depois de ter provado esta semana um corte de chardonnay, riesling e sauvignon blanc da Miolo com gosto de água... mas aí já é outra história). Agora apostamos em um tinto para ver em que bicho dava.

Na taça a aparência era brilhante e límpida, com uma forte cor púrpura. O halo aquoso era mínimo, indicando um vinho super jovem, com potencial de melhorar ainda mais depois de uns dois anos de garrafa. Como marido disse, "é gostoso e tem cheiro de fruta". Mas vamos ver se eu consigo elaborar melhor essa descrição :)

Com odores complexos e persistentes, este cabernet sauvignon nos presenteou com aromas de figo, rosas, terra e um retrogosto delicioso de grama cortada. Também senti evidências de madeira e tostado, bastante equilibrados com um álcool super leve, mesmo com o teor de 12,5%. Fiquei imaginando como o corpo médio, acidez moderada e taninos suaves estariam daqui a algum tempo - acho que vale a pena guardar algumas garrafas para o futuro. E obviamente que o preço foi destaque nesta compra: por volta de R$ 18 na RM Express, sempre ela.

Resumo da ópera: vou precisar me controlar para não passar a comprar só Concha Y Toro! Ainda mais que estou procurando um bom Pinot para experimentar - alguém tem uma sugestão em conta?

Classificação: \o/ \o/ \o/ \o/

Música de fundo enquanto escrevia este post: Never can say goodbye, do Jackson Five. Obrigada, Michael!

terça-feira, 23 de junho de 2009

Salton Brut Reserva Ouro

Tarefa difícil. Eu, que já sou apaixonada pelo Salton Brut tradicional, obviamente precisava experimentar o Reserva Ouro - mas não imaginava que seria tão complicado diferenciar os dois espumantes da produtora gaúcha.

Minha primeira impressão é que o Ouro, que é elaborado com 80% de chardonnay e 20% riesling, se destacaria de seu similar "menos nobre" pela fermentação de 20% do vinho em barris de carvalho (novo, norte americano, meio tostado, segundo o site do fabricante). Mas não é que esta passagem por madeira é altamente sutil? O tempo nas barricas pareceu ter apenas conferido ao espumante mais corpo e delicadeza, decisivamente amaciando o resquício de amargor no fim de boca da bebida.

A perlage pareceu ser ainda mais abundante, e os aromas continuam refrescantes, misturando cítricos e maçã verde com um leve toque de fermento para pão.

Melhor parte: graças ao milagre das distribuidoras, consegui esta garrafa de Reserva Ouro pelo mesmo preço que paguei num supermercado pela versão tradicional - R$ 21,00. E viva a RM Express!

Acho que, no final das contas, apesar de serem diferentes os dois espumantes conseguem a mesma classificação em meu coração.

Classificação: \o/ \o/ \o/ \o/

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Recife Restaurant Week: a comida foi show. Mas o vinho...

E não é que a vontade se tornou realidade? Em plena quinta de trabalho, acabei tendo o gostinho de aproveitar a Recife Restaurant Week nada mais, nada menos que na Oficina do Sabor - simplesmente "O" restaurante mais conceituado de todo o estado de Pernambuco.

No cardápio do almoço, oferecido durante o evento por módicos R$ 27, saladinha de siri com manga de entrada, pernil de cabrito ao molho de especiarias com mix de batata e tortinha sertaneja de sobremesa.

Claaaaaro que eu não poderia deixar de combinar isso com uma (meia) taça de vinho - segundo o garçom, um chileno Tantehue Cabernet Sauvignon de safra desconhecida, servido à temperatura ambiente (que em Recife significa pelo menos 28 graus) e cheio (repleto, ENTUPIDO MESMO) de partículas em suspensão, a despeito de ter sido lindamente servido em um decanter e lá ter ficado pelo menos uns dez minutos antes de ir para a taça. O que sobrou na boca foi uma mistura de ranço de madeira e álcool.

Ainda bem que o almoço compensou - e mais ainda a notícia que veio depois: o preço do Concha Y Toro Chardonnay na distribuidora aqui do lado, de exatos R$ 12,80. Deus é pai.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Fuçando por aí

Fiquei muito curiosa com uma indicação de distribuidora de bebidas lá do Escrivinhos: a Atacamax. Isso porque pelo endereço - Rua do Brum, 275, Bairro do Recife - descobri que eu estava sentada em cima do baú de ouro.

Explico: da janela do trabalho, vejo o número 262 da Rua do Brum. Ou seja, a Atacamax é meu vizinho do lado direito.

Em breve, notícias de minha incursão por lá.