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terça-feira, 6 de abril de 2010

Mudança de hábito

E neste feriadão de páscoa resolvi mudar (mas só um pouquinho). Junto com duas garrafas do meu espumante nacional preferido, me dei ao luxo de levar para casa um Cosecha Tarapacá Cabernet Sauvignon 2007.

Vai ser o acompanhamento para um dos pratos à base de cordeiro do Jamie at home que pretendo cozinhar sábado!

Eu e meu guru Jamie Oliver, presente de aniversário que ganhei de marido semana passada

Alguém já teve boas experiências com este vinho?

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Miolo Seleção Tinto

Finalmente fiz as pazes com a Miolo! Para a segunda edição da Sexta do Vinho com os amigos do trabalho, finalmente descobri qual a procedência do tinto servido em taça pelo La Maza, restaurante altamente pop do Shopping Boa Vista: um Miolo Seleção Cabernet Sauvignon, Merlot e Pinot Noir.

E não é que o danado é uma delícia? Encorpado na medida certa, com acidez controlada e perfumes de frutas vermelhas. Os taninos da cabernet foram devidamente contrabalanceados pela leveza da merlot. Apenas 15% do vinho envelhece em barricas de carvalho americano, o que evita também o excesso de madeira no paladar. Deu certinho com nossa cerimônia de celebração ao fim-de-semana e seus petiscos: bolinhos de queijo e calabresa com fritas.

Mesmo correndo o risco de ser criticada por ter gostado tanto de um produto não-nobre, tenho que admitir: com a taça a R$ 5,00, é um excelente custo-benefício! Ainda mais depois de minhas decepções anteriores com alguns produtos da Miolo.

Classificação: \o/ \o/ \o/ \o/

sábado, 27 de junho de 2009

Concha Y Toro Reservado Cabernet Sauvignon 2008

"Ele é gostoso e tem cheiro de fruta". Foi assim que marido sugeriu que começasse este post sobre o Concha Y Toro Reservado Cabernet Sauvignon 2008. E ainda continuou: "Tem um aroma forte e é saboroso, apesar daquele amargo no final. O quanto mais gelado, melhor".

Vamos partir daí para descrever melhor o vinho. Aliás, melhor começar do princípio: o porque de Concha Y Toro. O fato é que o renome desta marca tem se confirmado todas as vezes que experimentamos algum produto deles: primeiro foi o Sunrise Chardonnay, excelente (mais ainda depois de ter provado esta semana um corte de chardonnay, riesling e sauvignon blanc da Miolo com gosto de água... mas aí já é outra história). Agora apostamos em um tinto para ver em que bicho dava.

Na taça a aparência era brilhante e límpida, com uma forte cor púrpura. O halo aquoso era mínimo, indicando um vinho super jovem, com potencial de melhorar ainda mais depois de uns dois anos de garrafa. Como marido disse, "é gostoso e tem cheiro de fruta". Mas vamos ver se eu consigo elaborar melhor essa descrição :)

Com odores complexos e persistentes, este cabernet sauvignon nos presenteou com aromas de figo, rosas, terra e um retrogosto delicioso de grama cortada. Também senti evidências de madeira e tostado, bastante equilibrados com um álcool super leve, mesmo com o teor de 12,5%. Fiquei imaginando como o corpo médio, acidez moderada e taninos suaves estariam daqui a algum tempo - acho que vale a pena guardar algumas garrafas para o futuro. E obviamente que o preço foi destaque nesta compra: por volta de R$ 18 na RM Express, sempre ela.

Resumo da ópera: vou precisar me controlar para não passar a comprar só Concha Y Toro! Ainda mais que estou procurando um bom Pinot para experimentar - alguém tem uma sugestão em conta?

Classificação: \o/ \o/ \o/ \o/

Música de fundo enquanto escrevia este post: Never can say goodbye, do Jackson Five. Obrigada, Michael!

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Recife Restaurant Week: a comida foi show. Mas o vinho...

E não é que a vontade se tornou realidade? Em plena quinta de trabalho, acabei tendo o gostinho de aproveitar a Recife Restaurant Week nada mais, nada menos que na Oficina do Sabor - simplesmente "O" restaurante mais conceituado de todo o estado de Pernambuco.

No cardápio do almoço, oferecido durante o evento por módicos R$ 27, saladinha de siri com manga de entrada, pernil de cabrito ao molho de especiarias com mix de batata e tortinha sertaneja de sobremesa.

Claaaaaro que eu não poderia deixar de combinar isso com uma (meia) taça de vinho - segundo o garçom, um chileno Tantehue Cabernet Sauvignon de safra desconhecida, servido à temperatura ambiente (que em Recife significa pelo menos 28 graus) e cheio (repleto, ENTUPIDO MESMO) de partículas em suspensão, a despeito de ter sido lindamente servido em um decanter e lá ter ficado pelo menos uns dez minutos antes de ir para a taça. O que sobrou na boca foi uma mistura de ranço de madeira e álcool.

Ainda bem que o almoço compensou - e mais ainda a notícia que veio depois: o preço do Concha Y Toro Chardonnay na distribuidora aqui do lado, de exatos R$ 12,80. Deus é pai.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Salton Volpi Cabernet Sauvignon 2007

Elaborado a partir de um corte harmônico de 85% Cabernet Sauvignon, 5% Merlot, 5% Tannat e 5% Cabernet Franc. Comprei este vinho mais pela vontade de experimentar um Volpi, tão bem-falado na comunidade enófila, que pela inclinação pela Cabernet Sauvignon. Marido foi o primeiro a dizer que essa não era a uva preferida dele - justiça seja feita, se depender do cidadão a favorita lá em casa continua sendo a malvasia -, mas resolvi apostar.

E não é que deu certo? Os taninos estavam bem menos pronunciados que os da mesma casta que degustamos durante nossa viagem pelo sul, e os aromas pareciam explodir nas narinas, com predominância de frutos secos. Não senti quase ou nenhuma presença de madeira, o que agora me parece bem curioso. A cor era de um rubi forte, com borda aquosa mínima - em alguns anos o danado deve estar ainda melhor. Finalmente consegui identificar as tais lágrimas do vinho - e lá estavam elas, grossas, lentas a abundantes. Que alegria! Extremamente bem equilibrado, acidez no ponto, teor alcoólico idem - aliás, só percebi o álcool quando minhas bochechas ameaçaram ficar dormentes, heheheh.

Pela primeira vez, marido tomou junto comigo. Aprovadíssimo.

Classificação: \o/ \o/ \o/