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segunda-feira, 27 de julho de 2009

Pausa para a brincadeira...


...que ninguém é de ferro.

Zanzando pela internet, acabo de descobrir uma pérola: uma foto do Evandro Santo do Pânico (mais conhecido como Christian Pior) abraçado com um balde de espumante Salton.

Coleeeeeega, apaixonei de vez!!!!

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Da Série "Como um enoblog pode influenciar sua sexta-feira"


"O Amadeu Brut Rosé foi o primeiro a ser servido. 50% Merlot, 30% Cabernet Sauvignon e 20% Pinot Noir. A cor não é dos rosés do novo mundo, é cor de rosé francês, salmão! No nariz bastante floral, morango e framboesa também. Na boca tem boa cremosidade e frescor. Perlage fino. Um pouco doce."

E agora vou passar o resto do dia morrendo de vontade de experimentar esse Amadeu Brut Rosé.

Brincadeiras à parte, este é um exemplo do poder dos enoblogs: mexer com a cabeça de seus leitores!

quarta-feira, 22 de julho de 2009

A primeira confraria a gente nunca esquece

Em um post anterior eu já havia comentado sobre minha vontade de participar de uma confraria de amantes do vinho. Além de conhecer poucas pessoas verdadeiramente apreciadoras da bebida, estar em Recife não ajuda muito na árdua tarefa de me inserir em um grupo já formado. Pois qual não foi minha emoção ao abrir o e-mail hoje pela manhã e descobrir que o Vim, Vinho, Venci foi gentilmente convidado para participar da Confraria Brasileira de Enoblogs.

QUANTA HONRA!

Há muito tempo venho admirando a iniciativa, que desde fevereiro de 2007 aproxima pessoas de todos os cantos do país em torno de seu assunto preferido: vinhos! A mecânica é simples: a cada mês um dos confrades escolhe um vinho específico para que os outros degustem - e comentem sobre a experiência em seus blogs.

Espero corresponder à altura.

terça-feira, 7 de julho de 2009

Parabéns para o Enoblogs

100 confrades reunidos!

É uma honra participar desta iniciativa.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Enoblogs e assessorias de imprensa

Existe um debate que anda pegando fogo recentemente - no mundo dos enoblogs e dentro da minha cabeça. O assunto não poderia falar mais sobre mim: é o conflito entre ter um blog por prazer (o que eu faço) e ser alvo de um assessor de imprensa (o que eu sou) ávido por divulgar seus clientes. Começou quando li este post no Vinhos e Vinhas, e continuou com a observação da realidade no mundo de comunicação empresarial ao meu redor.

Eu conheço jornalistas donos de blogs que não só encorajam as assessorias a enviar releases para divulgação como também pedem para receber produtos e amostras, só 'para ilustrar melhor os textos'. Se eles estão certos? Na minha humilde opinião, até certo ponto, sim.

Acredito que receber um press release de uma assessoria de imprensa é, além de uma certa honra para o blogueiro (que está sendo reconhecido como formador de opinião), uma grande oportunidade de ficar sabendo de assuntos, tendências e lançamentos que ele talvez não tivesse oportunidade de descobrir se não fosse essa mãozinha dos coleguinhas jornalistas. Imagina só, um blogueiro sendo convidado para uma conferência de imprensa ou degustação com especialistas! É ou não é a glória?

Então é assim: recebi uma sugestão de pauta de um fabricante? Ótimo!
Meu trabalho para por aí? Certamente que não.

A partir deste momento é que entra o bom senso do dono da mídia - nome chique para designar a pessoa do blogueiro. Ele, enquanto Assis Chateaubriand de seus próprios domínios, é responsável por definir se aquela sugestão vale a pena ou não; se condiz com a realidade; se a banda toca mesmo daquele jeito. Se você tem seu blog só pela diversão e amor ao que escreve e vive sendo importunado por jornalistas chatos, a saída é simples: criar um filtro jogando as mensagens deles diretamente na caixa de lixo.

Mas se você realmente leva as sugestões de pauta em consideração, é hora de usar seu senso crítico sobre elas. E aí é que eu não acho legal receber presentinhos de empresas sobre as quais se escreve.

É preciso isenção (e não apenas cojones) para dizer - por exemplo - que o tal vinho Gato Negro é uma das piores coisas que já passaram pela porta da sua casa. Se esse post fosse fruto de um mimozinho de fabricante, será que eu teria me dado ao luxo de encarnar Paulo Francis e detonar o produto? Gosto de pensar que tenho meus princípios, mas é bem provável que eu tivesse inventado uma balela qualquer que me isentasse de dar minha verdadeira opinião.

Muita gente pode ter uma posição contrária à minha e simplesmente achar esses tais press releases uma encheção de saco - mas meu lado assessor de imprensa também fala alto. Enquanto profissionais de comunicação, estamos correndo como loucos para nos adaptar a este novo contexto, em que a mídia dita "oficial" (jornais, tvs e rádios) passa a concorrer enquanto fonte de informação com os conteúdos criados na internet pelos próprios cidadãos. Este fenômeno tem mexido com a cabeça de muita gente no meio, e nós de fato ainda estamos batendo cabeça para entender o caminho correto.

Estamos vendo o futuro sendo criado a cada dia! Não sei se estamos certos ou não, mas pelo menos estamos contribuindo para o desenrolar da história.

Enquanto isso, vou dando minhas opiniões sobre o que der na telha :)

Só para fazer suspense: no próximo post, meu encontro (e de marido!) com um BBB chileno.

Dos aromas

Já há algum tempo, marido tem sido alvo de uma perseguição implacável por parte de minha pessoa - mas com um nobre objetivo: fazê-lo relatar os aromas dos vinhos que andamos a experimentar. Invariavelmente, a resposta que obtenho do cidadão é: "Como eu vou saber se este vinho tem aroma de carvalho se eu nunca cheirei um carvalho na vida?". E não é que ontem, assistindo ao primeiro episódio de Big Wine Adventure, as observações de meu consorte tiveram eco nas sábias palavras de James May?

O fato (ou wine fact, como diria James) é que não adianta pedir a alguém para descrever os aromas complexos de um vinho sem que este alguém antes conheça e memorize os odores que possam aparecer. Por isso mesmo Oz colocou o pobre James para cheirar desde pêssegos, folhas e grama até elementos pouco ortodoxos como sola de sapato e caquinha de vaca ("Você não precisava me fazer cheirar estrume para eu saber que um vinho com este aroma não presta, Oz!").

O que nos coloca - a mim e a marido - em uma posição ainda mais desafiadora! Estando em pleno Nordeste-maravilha, onde abundam frutas como siriguela, cambará, mangaba, umbu, cajá, pitomba, sapoti e oiti*, para aprender mais sobre vinhos precisamos nos familiarizar com o aroma de elementos quase alienígenas - como amoras, mirtilos e framboesas.

E aí, o que se faz?

Enquanto não encontro uma resposta, vou aproveitando cada ia ao supermercado para aguçar o olfato.

* meus agradecimentos a dona Verônica, pela contribuição na lista de frutas regionais.

terça-feira, 23 de junho de 2009

Gato por lebre

O que você faz quando vai em um restaurante e consome uma taça de vinho, crente que está tomando um varietal maravilhoso, e três dias depois descobre que bebeu algo que poderia muito bem ser uma caneca de Carreteiro?

Hmmmm.... tá bom, sempre peça para ver a garrafa.


sexta-feira, 19 de junho de 2009

Recife Restaurant Week: a comida foi show. Mas o vinho...

E não é que a vontade se tornou realidade? Em plena quinta de trabalho, acabei tendo o gostinho de aproveitar a Recife Restaurant Week nada mais, nada menos que na Oficina do Sabor - simplesmente "O" restaurante mais conceituado de todo o estado de Pernambuco.

No cardápio do almoço, oferecido durante o evento por módicos R$ 27, saladinha de siri com manga de entrada, pernil de cabrito ao molho de especiarias com mix de batata e tortinha sertaneja de sobremesa.

Claaaaaro que eu não poderia deixar de combinar isso com uma (meia) taça de vinho - segundo o garçom, um chileno Tantehue Cabernet Sauvignon de safra desconhecida, servido à temperatura ambiente (que em Recife significa pelo menos 28 graus) e cheio (repleto, ENTUPIDO MESMO) de partículas em suspensão, a despeito de ter sido lindamente servido em um decanter e lá ter ficado pelo menos uns dez minutos antes de ir para a taça. O que sobrou na boca foi uma mistura de ranço de madeira e álcool.

Ainda bem que o almoço compensou - e mais ainda a notícia que veio depois: o preço do Concha Y Toro Chardonnay na distribuidora aqui do lado, de exatos R$ 12,80. Deus é pai.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Vamos ser confrades?


Acabo de ler um post muito legal no blog Vinhos de Corte. O assunto? Confrarias.

Como bem colocou Daniel Perches, o autor, todo mundo deveria participar de uma confraria de vinhos. Porque um dos grandes baratos do vinho é justamente comentar, compartilhar, discutir. É tânico? ácido? amargo? Sem contar que quando são várias pessoas, podemos também lidar com um universo de várias garrafas, aumentando nossa capacidade de comparação.

Eu, por estar começando nos vinhos, sinto muita vontade de participar de uma confraria. Normalmente somos só eu e marido - e ele nunca bebe mais de uma taça, deixando o resto do trabalho duro para mim. E estar em Recife não facilita em nada minha vida...

Para quem quiser ler o texto completo do Vinhos de Corte.